segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Prefeito prometeu e não cumpriu sobre o prazo das obras ficarem prontas.


video

Vejam esse video, nele o Prefeito de Almas prometeu a reporter da TV Anhanguera que as obras estariam prontas no final de Outubro para o inicio de Novembro, mas depois dessa reportagem o prefeito não cumpriu o prometido e as obras ainda estão inacabadas, vale apena recordar. Cadê as obras prontas prefeito? dessa vez a TV Anhanguera esteve em nossa cidade dia 23 de novembro de 2013 para verificar se as obras estavam prontas, mas o que a reporter encontrou foram as obras do mesmo jeito, algumas com poucas modificações e outras nem remo de mexer, como foi o caso do Posto de Saúde do Setor Oeste, a reportagem pode ser acessada por o link: http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2013/11/prefeitura-de-almas-nao-cumpre-prazos-e-obras-estao-abandonadas.html a mesma foi exibida hoje dia 25 de novembro de 2013, durante o Jornal Anhanguera Segunda Edição, onde mostrou o prefeito relatando que as obras ficariam prontas entre o final de outubro e inicio de novembro o que não aconteceu, pelo contrario, deu um novo prazo para a entrega das obras que foi o ano que vem.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Escola Municipal Raimundo Cordeiro de Oliveira comemorou o dia da Consciência Negra






A Escola Municipal Raimundo Cordeiro de Oliveira do Município de Almas comemorou o dia da Consciência Negra, na oportunidade foram feitas varias apresentações como exibição do vídeo Menina Bonita do Laço de Fita, desfile de meninos e meninas, em particular o desfile das meninas as mesmas usavam tranças, em seguida teve apresentação teve apresentação de um grupo de dança que dançou a musica de Margarete Menezes Dandalunda, e logo depois houve a apresentação de capoeira, a Escola Raimundo está de parabens por incentivar a cultura afro-brasileira, Esse dia surgiu para que as pessoas possam refletir sobre a desigualdade, que o negro também é importante não só no Brasil, mas no mundo.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Almas completou 55 anos de vida

A cidade de Almas completou 55 anos de idade ontem, mas nesses 55 anos de idade pouco se desenvolveu, em comparação com outras cidades da mesma idade aqui no estado do Tocantins veremos que Almas está atrasada em seu desenvolvimento, Araguaina que tem a mesma idade de Almas é uma metropole, desde o primeiro prefeito até o atual houve desenvolvimento, a cidade de Almas deu um salto com Hugo Filgueira em seus dois mandatos, Goianyr Barbosa, Lindomar de Souza, Sisenando Pacini, Manoel Midas todos deixaram suas contribuições ao nosso municipio, com recursos prorprios do municipio, alguns prefeitos antigos que pegou a prefeitura praticamente não teve ajuda dos governos estaduais e federais e fez muitas obras com recursos proprios do municipio, hoje o governo federal está dando muitas ajudas aos municipios o FPM só almentou o tempo todo, nunca teve redução e as gestões atuais reclamam de pouco recurso.

A Cidade de Almas era para ser uma das maiores da Região Sudeste, já era para ter por aqui pelo ao menos 03 bancos, agencias bancarias, eramos para ter o procon, nesse aniversário que a cidade de Almas possa dar o ponta pé inicial para o desenvolvimento,

Criança internada em Guaraí consegue vaga em Palmas após repercussão do caso

Foto: Marcelo Gris

Após a repercussão na mídia on-line do Tocantins, a criança de 1 ano e 1 mês que estava internada no Hospital Regional de Guaraí (HRG), desde á última segunda-feira (11), com um grave quadro de pneumonia, conseguiu vaga no Hospital Infantil Público de Palmas (HIPP). A informação foi confirmada pela Assessoria de Imprensa da Secretaria Estadual de Saúde (SESAU) e pela mãe da criança.

Após a publicação em diversos veículos da imprensa on-line do estado, a Assessoria de Imprensa da SESAU confirmou nesta manhã, por volta das 11:00h, que L G. A., de apenas 1 ano e 1 mês, conseguiu uma vaga no Hospital Infantil Público de Palmas (HIPP).

A confirmação saiu após a criança ter esperado por quase 3 dias no Hospital Regional de Guaraí (HRG), até que uma vaga fosse disponibilizada. O quadro de saúde do menor ainda é considerado grave, pois a pneumonia ocasionou outros problemas de saúde e uma lesão pulmonar.

O fato foi denunciado por servidores do hospital, chocados com a situação e pela família da criança, que é de Colméia-TO. Conforme a mãe, Rosa Carvalho Aguiar, de 28 anos, a criança teria dado entrada no HRG na última segunda-feira (11), por volta das 14:00h. A informação é de que o menor necessitaria urgentemente de uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), ligada há algum leito de pediatria.

As Assistentes Sociais do HRG, conforme apurado, teriam ligado insistentemente para todos os hospitais do estado, em Araguaína, Palmas e até fora do Tocantins. O menor chegou a ser cadastrado no sistema de vagas nacionais, mas UTI pediátrica só apareceu mesmo após a repercussão na mídia.

Fonte: Guaraí Notícias

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Guaraí: Criança com pneumonia aguarda vaga em UTI desde segunda (11)

Foto: Marcelo Gris

Um caso de extrema gravidade está chocando até mesmo profissionais de experiência no Hospital Regional de Guaraí (HRG). Luís Gabriel Aguiar, de apenas 1 ano e 1 mês, está internado em estado grave no hospital, desde a última segunda-feira (11), aguardando vaga para ser transferido para uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Conforme informações repassadas pelos Assistentes Sociais do HRG, a criança estaria com pneumonia grave e necessita urgentemente de uma vaga fora de Guaraí.

O caso foi denunciado por servidores do hospital, chocados coma  situação e pela família da criança que é de Colméia-TO. Conforme a mãe, Rosa Carvalho Aguiar, de 28 anos, Luís teria dado entrada no HRG na última segunda-feira (11), por volta das 14:00h. “Ele já chegou aqui em estado grave e desde este dia estamos aguardando uma vaga em outro hospital, com uma UTI disponível, não quero que meu filho morra e vou fazer de tudo para salva-lo”, comentou a mãe.

Conforme apurado, a criança estaria com um quadro de pneumonia grave, o que teria ocasionado outros problemas e uma lesão pulmonar. O Conselho Tutelar de Guaraí começou a acompanhar o caso nesta manhã e os agentes informaram que irão solicitar via Ministério Público uma ação imediata.

A maior preocupação da família é que a vaga possa não chegar á tempo, ainda mais ás vésperas de um feriado, onde os serviços públicos costumam diminuir em função do número de plantonistas disponíveis.

De acordo com informações da Assistente Social do HRG, Maria Santana, desde que teve acesso ao caso na última terça-feira (12), todas as medidas possíveis foram adotadas. “Estamos ligando insistentemente para todos os hospitais do

estado, em Araguaína, Palmas e até fora do Tocantins, já cadastramos o caso no sistema de vagas nacionais, mas a informação até agora é sempre a mesma: não há vaga para a criança”, enfatizou.

Santana informou ainda que Luís precisa de uma UTI Móvel e de uma UTI Pediátrica, para que o caso possa ser acompanhado de uma forma mais segura. Enquanto a vaga não surge, familiares temem pelo pior.

Fonte: Guaraí Notícias

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Portal da Transparência do Município de Almas-TO no Ar


Essa foto foi tirada do site por Rinaldo Moreira da Nóbrega
Blog Cidade Interativa Almas-TO

O Portal da Transparência do Município de Almas já está no ar, agora a população poderá ter acesso as informações contidas nesse portal como Despesas, Receitas, Empenhos, Liquidações, Pagamentos, Servidores e responsabilidades fiscais, para ter acesso as informações do PORTAL DA TRANSPARENCIA DO MUNICIPIO DE ALMAS- TO, entrem no seguinte link: http://almas.megasofttransparencia.com.br/index.jsf , ao visitar o portal na parte de servidores no portal ainda consta o nome dos mesmos, desde já venho parabenizar a Prefeitura Municipal de Almas por finalmente a prefeitura ter colocado no ar esse portal, só lembrando que o Portal da Transparência foi uma luta intensa de todos da cidade de Almas pela implantação do Portal, desde parabenizando o Vereador Edson Gomes que entrou com ações e denuncias na justiça pela implantação do portal, o Portal da Transparência abre as portas do poder publico para a população almense saber onde está investindo o dinheiro que vem destinado ao município.

domingo, 10 de novembro de 2013

Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou nesta quarta,6, requerimento de senadora Kátia Abreu e vai convocar gestores do Tocantins a prestarem esclarecimentos sobre Igeprev



A Comissão de  Assuntos Econômicos do Senado Federal  aprovou na manhã desta quarta, 6, Requerimento da senadora Kátia Abreu  para que sejam prestados esclarecimentos, no Senado da República, sobre as aplicações do Igeprev do Tocantins. O requerimento foi apresentado, lido e aprovado na sessão desta quarta, da CAE.  O Senado deve convocar nos próximos dias o secretário de Relações Institucionais e ex-presidente do Conselho de Administração do Igeprev, Eduardo Siqueira Campos,  o diretor de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Roberto Cicliatti Troncon Filho, o diretor do Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público, do Ministério da Previdência Social,  Otoni Guimarães e o presidente da Comissão de Valores Mobiliários, Leonardo P.Gomes Pereira.  A CAE do Senado deve convocar, também os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado, Doris Coutinho e Herbert Carvalho e os presidentes do Sindicato dos Servidores Estaduais (Sisepe), Cleiton Pinheiro e dos Trabalhadores na Saúde (Sintras),  Manoel Pereira de Miranda. 

Na sua justificativa, a senadora Kátia Abreu discorre sobre os desdobramentos da Operação Miquéias, da Polícia Federal que apresentou fartas provas de que uma organização criminosa aliciava prefeitos e gestores de Regimes Próprios da Previdência Social. Segundo apontou a Senadora em seu requerimento, as provas colhidas pela Policia Federal demonstram a existência de uma parceria firmada entre os responsáveis pela direção do Igeprev e os chefes da organização criminosa desbaratada pela Policia Federal . Cita a Senadora, ainda, que, com um fundo de caixa de R$ 2,5 bilhões, a administração do Igeprev aplicou R$ 500 milhões em fundos que não são administrados por bancos de primeira linha. De 2010 a 2012, há aplicações em quatro fundos indicados pela quadrilha chefiada pelo doleiro Faiyed, que totalizaram R$ 271 milhões. Em dois meses, as aplicações feitas em fundos indicados pela empresa do doleiro deram um prejuízo ao Igeprev de R$ 70 milhões. Além do mais, o Igeprev aplicou R$ 298 milhões nos Bancos BVA e Rural, liquidados pelo Banco Central, aumentando o prejuízo do fundo de aposentadoria dos servidores do Tocantins.



Assessoria de Imprensa da Senadora Kátia Abreu:(63) 3215-3838


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Direito à vida, por Luiz Inácio Lula da Silva

Em todo o mundo, seja nos países ricos, em desenvolvimento ou pobres, o acesso a tratamentos médicos mais avançados está cada vez mais desafiador.  Muitos dos doentes não conseguem beneficiar-se dos medicamentos que poderiam curá-los ou pelo menos prolongar as suas vidas.

 A questão não é mais se existe cura para uma doença — porque, em muitos casos, ela existe — mas de saber se é possível para o paciente pagar a conta do tratamento. Milhões de pessoas encontram-se hoje nessa situação dramática, desesperadora: sabem que há um remédio capaz de salvá-las e aliviar o seu sofrimento, mas não conseguem utilizá-lo, devido ao seu custo proibitivo.


Há uma frustrante e desumana contradição entre admiráveis descobertas cientificas e o seu uso restritivo e excludente.


De um lado, temos as empresas farmacêuticas, que desenvolvem novas drogas, com investimentos elevados e testes sofisticados e onerosos. De outro, temos aqueles que financiam os tratamentos médicos: os governos, nos sistemas públicos, e as empresas de planos de saúde, na área privada. No centro de tudo, o paciente, lutando pela vida com todas as suas forças, mas que não tem condição de pagar para sobreviver.


Nos Estados Unidos, onde o presidente Barack Obama trava há anos uma batalha com a oposição conservadora para estender a cobertura de saúde a milhões de pessoas. Na Europa, mesmo em países ricos o sistema público muitas vezes não consegue garantir o pleno acesso aos novos medicamentos. No Brasil, cada vez o governo precisa de mais recursos para os medicamentos que compra e fornece gratuitamente, inclusive alguns de nova geração. E na África, o HIV atinge contingentes enormes da população, ao mesmo tempo que doenças tropicais como a malária, perfeitamente evitáveis, continuam causando muitas mortes e deixaram de ser priorizadas pelas pesquisas dos grandes laboratórios.


Um vídeo que circula na Internet, feito por uma companhia de celular, tem emocionado o mundo ao mostrar os dramas entrelaçados de um garoto pobre da Tailândia que tem que roubar para obter remédios para sua mãe, e o de uma jovem tendo que lidar com as contas astronômicas de hospital para salvar o seu pai.


Conheço o drama de ter entes queridos sem um tratamento de saúde digno.  Em 1970, perdi minha primeira esposa e meu primeiro filho numa cirurgia de parto, devido ao mau atendimento hospitalar. Os anos que se seguiram, de luto e dor, foram dos mais difíceis da minha vida.


Por outro lado, em 2011, já como ex-presidente, enfrentei e superei um câncer graças aos modernos recursos de um hospital de excelência, cobertos pelo meu plano privado de saúde. O tratamento foi longo e doloroso, mas a competência e atenção dos médicos, e o uso dos medicamentos de ponta, me permitiram vencer o tumor.


É fácil ver as empresas farmacêuticas como as vilãs desse processo, mas isso não resolve a questão. Quase sempre são empresas de capital aberto, que se financiam  principalmente através de ações nas bolsas de valores, competindo entre si e com outras corporações, de diversos setores econômicos, para financiar os custos crescentes das pesquisas e testes com novas drogas. O principal atrativo que oferecem aos investidores é a lucratividade, mesmo que essa se choque com as necessidades dos doentes.


Para dar o retorno pretendido, antes que a patente expire, a nova droga é vendida a preços absolutamente fora do alcance da maioria das pessoas. Há tratamentos contra o câncer, por exemplo, que chegam a custar 40 mil dólares cada aplicação. E, ao contrário do que se poderia imaginar, a concorrência não está favorecendo a redução gradativa dos preços, que são cada vez mais altos a cada nova droga que é produzida. Sem falar que esse modelo, guiado pelo lucro leva as empresas farmacêuticas a privilegiarem as pesquisas sobre doenças que dão mais retorno financeiro.


O alto custo desses tratamentos tem feito com que planos privados muitas vezes busquem justificativas para não dar acesso a eles, e que gestores de sistemas públicos de saúde se vejam, em função dos recursos finitos de que dispõem, frente a um dilema: melhorar o sistema de saúde como um todo, baseado em padrões médios de qualidade, ou priorizar o acesso aos tratamentos de ponta, que muitas vezes são justamente os que podem salvar vidas?


O preço absurdo dos novos medicamentos tem impedido a chamada economia de escala: em vez de poucos pagarem muito, os remédios se pagariam ­­— e seriam muito mais úteis — se fossem acessíveis a mais pessoas.


 A solução, obviamente, não é fácil, mas não podemos nos conformar com o atual estado de coisas. Até porque ele tende a se agravar na medida em que mais e mais pessoas reivindicam, com toda a razão, a democratização do acesso aos novos medicamentos. Quem, em sã consciência, deixará de lutar pelo melhor tratamento para a doença do seu pai, sua mãe, seu cônjuge ou seu filho, especialmente se ela traz grande sofrimento e risco de vida?


Trata-se de um problema tão grave e de tamanho impacto na vida — ou na morte — de milhões de pessoas, que deveria merecer uma atenção especial dos governos e dos órgãos internacionais, e não só de suas agências de saúde. Não pode na minha opinião continuar sendo tratado apenas como uma questão técnica ou de mercado. Devemos transformá-lo em uma verdadeira questão política, mobilizando as melhores energias dos setores envolvidos, e de outros atores sociais e econômicos, para equacioná-lo de um modo novo, que seja ao mesmo tempo viável para quem produz os medicamentos e acessível para todos os que precisam utilizá-los.


Não exerço hoje nenhuma função pública, falo apenas como um cidadão preocupado com o sofrimento desnecessário de tantas pessoas, mas acho que um desafio político e moral dessa importância deveria ser objeto de uma conferência internacional convocada pela Organização Mundial de Saúde, com urgência, na qual os vários segmentos interessados discutam francamente como compartilhar os custos da pesquisa cientifica e industrial com o objetivo de reduzir o preço do produto final, colocando-o ao alcance de todos que necessitam dele.


Não há dúvida de que todos os setores vinculados à medicina avançada devem ter os seus interesses levados em conta. Mas a decisão entre a vida e a morte não pode depender de preço.    



 "Luiz Inácio Lula da Silva é ex-presidente do Brasil (2003-2010)"