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A Chegada da Chuva: Uma Necessidade Vital para o Equilíbrio Ambiental

Data: 4 de janeiro de 2024

Por: Rinaldo da Nóbrega

Enquanto muitos se queixam das chuvas como meros inconvenientes climáticos, é crucial compreender que a chegada da chuva desempenha um papel fundamental na manutenção do equilíbrio ambiental e na preservação da vida em nosso planeta. O fenômeno, por vezes subestimado, desencadeia uma série de eventos que têm impactos significativos em ecossistemas, na agricultura e até mesmo na saúde humana. O primeiro ponto a ser considerado é o papel vital da chuva na recarga dos recursos hídricos. Reservatórios, rios e lençóis freáticos dependem diretamente das precipitações para manterem-se em níveis saudáveis. Em regiões onde a escassez de água é uma preocupação constante, a chegada da chuva é uma bênção que reabastece esses recursos, assegurando o fornecimento para a população e para a agricultura.

Os rios dependem da chuva para que possam sobreviver, o periodo da seca quando prolongado os rios secam, até mesmo os rios perenes, aqueles que não secam e sempre estão a correr passam por esse problema. No caso da cidade de Almas, passamos o ano passado por um periodo de seca jamais visto em nossa região, sendo o periodo que registrou poucos chuvas. A agricultura e a pecuaria foram afetadas, em quanto que na região sul estava com abundancia de chuva, pela primeira vez na história o periodo da seca se prolongou até mesmo no periodo chuvoso, o que atrasou a preparação do terreno para o plantio, o desequilibrio se deu por causa de fatores como às queimadas e o desmatamento.

Além disso, as chuvas desempenham um papel crucial na manutenção da biodiversidade. Muitas plantas e animais dependem do ciclo da água para sobreviverem, e a chuva é um componente essencial desse ciclo. A umidade proporcionada pelas precipitações favorece o crescimento de vegetação, fornecendo alimento e habitat para diversas espécies. A escassez de chuvas, por outro lado, pode levar a secas prolongadas, resultando em condições adversas para a fauna e flora locais. No âmbito agrícola, a chegada da chuva é uma notícia bem-vinda para os agricultores. As plantações dependem da água para o seu desenvolvimento saudável, e a irrigação natural proveniente das chuvas é incomparável em eficácia e custo quando comparada aos métodos artificiais. A escassez de chuvas pode levar a colheitas comprometidas, afetando não apenas os agricultores, mas também a segurança alimentar de comunidades inteiras.

É importante salientar que, apesar dos benefícios evidentes, eventos climáticos extremos, como enchentes, podem ocorrer em decorrência de chuvas intensas. Portanto, é imperativo que as comunidades estejam preparadas para lidar com essas situações, adotando medidas preventivas e de gestão de riscos. Em resumo, a chegada da chuva não deve ser encarada apenas como um inconveniente sazonal, mas como um fenômeno essencial para a sustentabilidade ambiental e para a manutenção da vida em nosso planeta. Cabe a nós, como sociedade, valorizar e compreender a importância desse evento natural, adotando práticas que promovam a conservação dos recursos hídricos e a resiliência diante das mudanças climáticas.

O Clima está cada vez mais quente, estamos vivendo consequancias do desmatamento e das queimadas

 A algum tempo tenho alertado sobre desmatamento, queimadas, e sobre mudanças do clima, mas infelizmente as pessoas não estavam muito afim de acreditar no que eu dizia, pois bem, agora podemos ver na pratica seus efeitos, enquanto na região sul que nessa epoca iniciaria o periodo de seca está com chuvas a todo vapor inclusive ilhando cidades, transbordandos rios e deixando familias desabrigadas, em nossa região nessa segunda semana de outubro começaria as chuvas, mas o que vemos é o periodo de seca mais longo da história, o Rio Amazonas está secando, isso tudo está influenciando no clima, com temperaturas acima de 35 graus, com semanas chegando perto dos 40, sensação termica beirando os 45, e isso é só o começo se nada for feito para reverter o desmatamento desenfreado da floresta amazonica, está na hora de reflorestar a floresta amazonia e a mata atlantica para devolver o cinturão verde, para que possamos ter de volta temperaturas mais amenas, ao nosso redor as matas do cerrado estão sendo aos pucos derrubadas, como resultado areas que antes tinham rios que não secavam hoje a realidade é totalmente diferente, caso permanessa nesse ritimo, nossa região estara virando um deserto de forma definitiva.

Chuva de Manga, Chuva de Caju, Chuva de Pequi

Dois frutos do cerrado muito consumidos são o caju e o pequi, o pequi é muito utilizado na culinária, na preparação de pratos doces e salgados, já o caju somente em sucos e doces, antigamente em nossa região acontecia as chuvas fora de epoca, que anunciavam a chegada das temporadas da manga, do caju e do pequi, os povos mais antigos diziam que somente poderia chupar manga ou caju depois que chuvesse, com o passar dos tempos essas chuvas foram diminuindo, diminuindo e hoje começa e termina a tempora do caju, do pequi e da manga e as chuvas não vem mais, ficou somente na história, isso porque temos um fenomeno acontecendo em todo Brasil, a troca das florestas por fazendas da agricultura e da pecuaria, onde antes tinha um cinturão verde que segurava as aguas da chuva e faziam o ciclo natural, hoje não tem mais essas vegetações, como resultado, corregos e rios secaram, principalmente em nossa região que faz parte do cerrado, como consequencia está correndo um serio risco de virar deserto e a unica fonte de agua que passará a ser disponivel será ou por meio das aguas mineirias que estão sendo vendidas ou por meio de carros pipas, o que com toda certeza será o mais grave.

Ainda da tempo de se fazer algo, recuperando as areas desmatadas, principalmente em beira de corregos e rios para que as aguas possam voltar a correr, como consequencia o calor que está beirando os 40 graus temperatura de deserto pudesse voltar a ser controlada.


Rinaldo da Nóbrega, Blog Cidade Interativa Almas-TO

  

Calor Excessivo: Impactos e Medidas Mitigadoras

 

Introdução

O calor excessivo é uma preocupação crescente em todo o mundo, impulsionado principalmente pelas mudanças climáticas e o aumento das temperaturas globais. Esse fenómeno, muitas vezes associado às ondas de calor, pode ter impactos significativos na saúde humana, no meio ambiente e na economia. Neste artigo, discutiremos os efeitos do calor excessivo, suas principais causas e algumas medidas mitigadoras que podem ser implementadas para enfrentar esse desafio.

1. O que é calor excessivo?

O calor excessivo refere-se a um aumento significativo das temperaturas, geralmente além dos níveis considerados normais para uma determinada região e época do ano. Esse fenômeno é frequentemente exacerbado por ondas de calor, que são períodos prolongados de altas temperaturas. Embora o calor seja uma parte natural do clima, o aumento das temperaturas causado pelas atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento, tem acelerado o problema.

2. Impactos na saúde humana

O calor excessivo pode representar sérios riscos para a saúde humana. Quando as temperaturas ultrapassam os limites toleráveis do corpo, podem ocorrer problemas como insolação, exaustão pelo calor e até mesmo o risco de golpe de calor, que pode ser fatal. Grupos vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e pessoas com doenças crônicas, são particularmente afetados.

Além disso, o calor excessivo também pode piorar condições respiratórias e cardiovasculares, aumentar a mortalidade em áreas urbanas e agravar a qualidade do ar, especialmente quando combinado com poluentes atmosféricos.

3. Impactos no meio ambiente

O aumento das temperaturas tem consequências significativas para o meio ambiente. Regiões que antes eram mais frescas e úmidas podem experimentar secas mais frequentes e intensas, levando à desertificação e diminuição dos recursos hídricos. Ecossistemas delicados, como corais e geleiras, também são afetados pelo calor excessivo, resultando em perdas de biodiversidade.

Além disso, o calor pode desencadear eventos climáticos extremos, como incêndios florestais mais intensos e frequentes, agravando a degradação ambiental e liberando grandes quantidades de carbono na atmosfera.

4. Impactos econômicos

O calor excessivo também tem implicações econômicas significativas. Danos causados por incêndios florestais e secas podem resultar em perdas agrícolas, prejudicar a produção de alimentos e elevar os preços dos produtos. Além disso, a saúde debilitada dos trabalhadores devido às altas temperaturas pode levar a um declínio da produtividade e a um aumento nos custos de cuidados médicos.

O setor de turismo também é afetado, já que os destinos turísticos mais afetados pelo calor excessivo podem perder visitantes e receitas.

5. Medidas Mitigadoras

Para combater o calor excessivo e seus efeitos, são necessárias ações em diversos níveis:

5.1. Mitigação das mudanças climáticas

A redução das emissões de gases de efeito estufa é crucial para diminuir o aquecimento global. Isso inclui a transição para fontes de energia renovável, a promoção do transporte sustentável e a implementação de políticas ambientais que incentivem a conservação e a eficiência energética.

5.2. Adaptação urbana

As cidades podem ser projetadas e adaptadas para enfrentar o calor excessivo. Isso inclui a criação de mais áreas verdes, a instalação de telhados verdes e o aumento das áreas de sombra. Além disso, a melhoria das infraestruturas de resfriamento urbano, como a distribuição de água potável e a instalação de fontes de água, pode ajudar a amenizar o impacto do calor nas áreas urbanas.

5.3. Alerta precoce e resposta rápida

Sistemas de alerta precoce podem ser implementados para informar a população sobre a chegada de ondas de calor, permitindo que as pessoas tomem precauções e evitem exposição excessiva ao calor. Ao mesmo tempo, é importante garantir que os serviços de emergência estejam preparados para responder rapidamente a casos de problemas de saúde relacionados ao calor.

5.4. Educação e conscientização

Promover a educação pública sobre os riscos do calor excessivo e as medidas preventivas é fundamental para aumentar a conscientização sobre o tema. Informar as pessoas sobre como se proteger durante ondas de calor e como reduzir seu impacto no meio ambiente pode levar a comportamentos mais responsáveis e sustentáveis.

Conclusão

O calor excessivo é um desafio crescente que afeta tanto a saúde humana quanto o meio ambiente. Com a implementação de medidas mitigadoras adequadas e o comprometimento global com a redução das emissões de gases de efeito estufa, é possível enfrentar esse problema e criar um futuro mais seguro e sustentável. Cada indivíduo e governo têm um papel fundamental na proteção contra os impactos devastadores do calor excessivo, e é urgente agir agora para proteger o nosso planeta e as futuras gerações.

Pior seca da história no Estado do Tocantins

Perido de seca no Tocantins é o maior em toda sua história: A Seca também conhecida como estiagem já é a maior da história do Estado do Tocantins, com temperaturas que ultrapassam facilmente os 40º estamos vivendo um momento bastante critico, sem contar que ainda não temos previsão clara de quando de fato começara a vir as chuvas de fato, o fato está bastante agravado por causa do desmatamento e das queimadas que a todo instante são provocadas, seja de forma acidental ou seja de forma criminosa, só nos resta esperar que os bons ventos tragam as chuvas e que o calor fique mais ameno, que seja feito replantio das arvores e que seja abandonado de vez a queimada. Nossa Cidade pede socorro, nosso Estado pede socorro, em nossa cidade rios que historicamente nunca tinham secado estão secos, no estado grandes rios que a muito tempo nunca tinham secados hoje secaram em algumas regiões, a situação está tão grave que no Rio Araguaia já chegaram andar dentro do rio com uma pickup de tão dramático que está. Esperamos que os bons ventos da esperança possam trazer chuvas com abundancia para regar o solo do nosso Tocantins.

Previsão de chuva em Almas é de 56 mm nesses 15 dias

A previsão de chuva não está muito boa para Almas não, segundo o site clima tempo, site de previsão meteorológica Almas terá de chuva nesses 15 dias cerca de 56 mm, muito abaixo do esperado para o mês de outubro que sempre ficou acima de 100 mm, os dias que terão chuva significativa que será de 14 mm no dia 21 de outubro, 13 mm no dia 24 de outubro, nos outros dias as chuvas variam entre 1 e 5 mm, com essa previsão de pouca chuva no mês de outubro a seca continuara a castigar a nossa cidade de Almas, pois não será suficiente para encher os córregos e rios da região. 

Prefeitura Municipal de Almas de Almas baixou decreto de situação de emergência



Por causa do longo período de seca o prefeito Wagner Nepomuceno de Carvalho decretou no dia 03 de julho situação de emergência em Almas, o motivo é a falta de água em algumas regiões do município, até o presente momento Almas está com temperaturas que chegam próximas de 40 Graus, outro fator agravante são as queimadas que contribuem ainda mais pelo aumento da temperatura e pela baixa umidade, para os próximos dias a previsão consta o inicio do período chuvoso mas de forma tímida, ainda não será suficiente para amenizar a seca de nossa região.

Chuva de vento causa prejuízos em Almas-TO

Aconteceu hoje em Almas por volta das 04 horas da tarde uma chuva com forte rajada de vento, a mesma atingiu a cidade causando vários prejuízos dentre os quais, galhos de árvores quebrados, casas destelhadas, antenas danificadas, muros derrubados, o vento foi bem forte, atingindo aproximadamente 50 km/h, não se sabe ainda se alguma casa caiu, à chuva durou pouco tempo, mas o estrago foi grande, na Câmara Municipal um pedaço do forró externo voou, na sede da Radicalmas FM as antenas parabólicas ficaram retorcidas, à chuva deixou alguns moradores com medo, depois da forte rajada de vento a chuva perdeu força e acabou.